Eu juro, eu prometo que vou atualizar o blog.
Várias idéias e textos bombando. Aguarde.
Obrigado.
P.S.: A você que me lê.
Cara distante de todos ou simplesmente um rapaz com o seu melhor e o seu pior? Dono poderoso de suas escolhas ou um menino que vive suas contradições? Preferências quase eruditas ou gostos pop-consumíveis? Se a história deste jovem se confunde com qualquer outra história, é justamente no blog que ele mais se mostra e se esconde. Estamos diante de uma visita privada ao mundo público de Brício Salim.
terça-feira, 21 de abril de 2009
terça-feira, 11 de novembro de 2008
doce NOVEMBRO
Doce Novembro - Marjorie Estiano
(Alexandre Castilho/André Aquino)
"Nas ruas desprezo quem sorriu pra mim
Não vê que por dentro eu já cheguei ao fim
E aceito a sorte que a vida me deu
Mas pena é pros fracos que o mundo já esqueceu
O seu desespero ilude
Que é sua essa dor
O choro que te cai
Só consola você
Amanhã é cedo pra estar melhor
Amanhã é cedo pra mim
Me agonia o medo de ficar só
Me sinto só enfim
Só vejo lamento no que eu não fiz
Quem sofre não cuida de laços ou verniz
O seu desespero ilude
Que é sua essa dor
O choro que te cai
Só consola você
Amanhã é cedo pra estar melhor
Amanhã é cedo pra mim
Me agonia o medo de ficar só
Me sinto só enfim
Um doce NOVEMBRO que foge de mim
Assina o passado enquanto eu sinto o fim..."
(Alexandre Castilho/André Aquino)
"Nas ruas desprezo quem sorriu pra mim
Não vê que por dentro eu já cheguei ao fim
E aceito a sorte que a vida me deu
Mas pena é pros fracos que o mundo já esqueceu
O seu desespero ilude
Que é sua essa dor
O choro que te cai
Só consola você
Amanhã é cedo pra estar melhor
Amanhã é cedo pra mim
Me agonia o medo de ficar só
Me sinto só enfim
Só vejo lamento no que eu não fiz
Quem sofre não cuida de laços ou verniz
O seu desespero ilude
Que é sua essa dor
O choro que te cai
Só consola você
Amanhã é cedo pra estar melhor
Amanhã é cedo pra mim
Me agonia o medo de ficar só
Me sinto só enfim
Um doce NOVEMBRO que foge de mim
Assina o passado enquanto eu sinto o fim..."
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
OUTUBRO
Outubro
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
"Tanta gente no meu rumo
Mas eu sempre vou só
Nessa terra desse jeito
Já não sei viver
Deixo tudo deixo nada
Só do tempo eu não posso me livrar
E ele corre para ter meu dia de morrer
Mas se eu tiro do lamento um novo canto
Outra vida vai nascer
Vou achar um novo amor
Vou morrer só quando for
E jogar no meu braço no mundo
Fazer meu OUTUBRO de homem
Matar com amor essa dor
Vou
Fazer desse chão minha vida
Meu peito é que era deserto
O mundo já era assim
Tanta gente no meu rumo
Já não sei viver só
Foi um dia e é sem jeito
Que eu vou contar
Certa moça me falando alegria
De repente ressurgiu
Minha história está contada..."
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
SETEMBRO
(Marina Lima/Antônio Cícero)"Primavera
Tudo quer se experimentar
Todas as fronteiras
Querem evaporar
Quem não se encarar com amor
Vai terminar ovelha
No bolso de um pastor
É Setembro
Tudo tenta se superar
E cheia até a beira
A vida quer jorrar
Quem não se encarar com amor
Vai fazer besteira
Na esteira do rancor
Um mundo sem fome mais
Sem opressão
Sem tráfico, sem terror
E com união/educação
Primavera
Tudo no vermelho e sem luz
Mas se alguém pergunta
Dizemos tudo azul
Na TV alguém da maré
Uma brasileira
Diz ser feliz e é
Um mundo sem fome mais
Sem opressão
Sem tráfico, sem terror
E com união/educação..."
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Trecho de Martha Medeiros
Você esperou por estas palavras por muitos meses, na esperança de que elas aliviariam a dor do seu coração, mas elas não vieram porque estavam ocupadas vigiando meus impulsos, me impedindo de me abrir, e minha própria dor lhe pareceu desatenção, eu que não durmo de tanta paixão congestionada, de tanto desejo represado, de tão só que estou!!!
[...]
Pela enormidade de tempo que temos pela frente em que não nos veremos mais, não nos tocaremos ou ouviremos a voz um do outro, pela quantidade de dias em que conduzirás tua vida longe de mim e eu de ti, pela imensidão da nossa descrença, pela perseverança da nossa solidão, pelos nãos todos que te falei, pelo pouco que houve de sim, acredita: te amei além do possível, não te amei menos que a mim."
sábado, 30 de agosto de 2008
balada de AGOSTO
(Zeca Baleiro)
"Lá fora a chuva desaba e aqui no meu rosto
Cinzas de agosto e na mesa o vinho derramado
Tanto orgulho que não meço
O remorso das palavras
Que não digo
Mesmo na luz não há quem possa
Se esconder do escuro
Duro caminho o vento a voz da tempestade
No filme ou na novela
É o disfarce que revela o bandido
Meu coração vive cheio de amor e deserto
Perto de ti dança a minha alma desarmada
Nada peço ao sol que brilha
Se o mar é uma armadilha
Nos teus olhos
Meu coração vive cheio de amor e deserto
Perto de ti dança a minha alma desarmada
Nada peço ao sol que brilha
Se o mar é uma armadilha
Nos teus olhos
Nos teus olhos..."
Agosto. Dez gostos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10.
"Lá fora a chuva desaba e aqui no meu rosto
Cinzas de agosto e na mesa o vinho derramado
Tanto orgulho que não meço
O remorso das palavras
Que não digo
Mesmo na luz não há quem possa
Se esconder do escuro
Duro caminho o vento a voz da tempestade
No filme ou na novela
É o disfarce que revela o bandido
Meu coração vive cheio de amor e deserto
Perto de ti dança a minha alma desarmada
Nada peço ao sol que brilha
Se o mar é uma armadilha
Nos teus olhos
Meu coração vive cheio de amor e deserto
Perto de ti dança a minha alma desarmada
Nada peço ao sol que brilha
Se o mar é uma armadilha
Nos teus olhos
Nos teus olhos..."
Agosto. Dez gostos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
júlia, JULHO
Fazendo uma pesquisa a fim de encontrar uma música não tão óbvia para este último post de Julho, achei curioso deparar-me com tantas canções que tenham o 7º mês em suas letras. E a maioria delas fala de amor. De encontros e desencontros. Acho que Julho atrai. Inverno, chuva, nuvens. Agosto nunca foi tão desejado quanto agora.
Júlia, Julho
(Alceu Valença / Dominguinhos)
"Júlia gostava de julho
Que amava o inverno
Sombrio e soturno
Júlia gostava de julho
Julho era o seu agasalho
Manteau, guarda-chuva
Marquise noturna
Umbigo e abrigo
A fera e a fauna
Paixão e libido
Júlia gostava de julho
Em cima da cama
E debaixo do seu cobertor
Mas Júlia sabia que agosto viria
E julho partia morrendo de amor
Quando chega o mês de julho
Me lembro do meu amor..."

Júlia, Julho
(Alceu Valença / Dominguinhos)
"Júlia gostava de julho
Que amava o inverno
Sombrio e soturno
Júlia gostava de julho
Julho era o seu agasalho
Manteau, guarda-chuva
Marquise noturna
Umbigo e abrigo
A fera e a fauna
Paixão e libido
Júlia gostava de julho
Em cima da cama
E debaixo do seu cobertor
Mas Júlia sabia que agosto viria
E julho partia morrendo de amor
Quando chega o mês de julho
Me lembro do meu amor..."

domingo, 13 de julho de 2008
A Verdadeira Vontade
Essa semana ouvi de uma professora, explicando a matéria dela (que por sinal será uma das mais puxadas do semestre, rs), algo que me deixou reflexivo. Ela disse que irá passar muitas atividades e que você tem todo o direito de não fazê-las por inúmeros motivos, muitos deles compreensíveis até, outros desculpas simples e esfarrapadas, mas uma coisa é certa: você não fez a atividade. Não tem meio termo, não tem coluna do meio e por mais que as situações te empurrem para fazer ou não o que foi pedido, é algo muito estanque "fez"/"não fez". Não sei se, de fato, os relacionamentos podem ser comparados a matérias da faculdade, mas acredito muito que em tudo na vida, quando você quer muito, você vai lá e faz. Nada te impede, nada mesmo. Não há enrolação, não há devaneios, não há histórias pra contar. Quando você quer estar com alguém, você não mede esforços, se sacrifica, se doa e alguns até se jogam do precipício. Tudo em nome da verdadeira vontade de se estar com alguém. Independente disso ou daquilo e de fábulas fantásticas. É bem provável que essa tal verdadeira vontade um dia acabe, daí entra o lance do ser leal consigo mesmo. Desde o início. Nada contra o fim das coisas, porém a sinceridade ainda é imprescindível. Escrevi o texto abaixo ainda impactado com o discurso da professora e aos poucos fui complementando. Não é nada demais, apenas uma visão de um carinha que apesar de tudo, ainda acredita no amor.
A Verdadeira Vontade
(Fabrício Salim)
Eu não quero.
Eu não quero palavras bonitas e sentimentos vazios.
Eu não quero juras, promessas, planos e sonhos, se algo irá derreter adiante.
Eu não quero olhares fixos, quando o pensamento voa longe.
Não quero mensagens meramente ilustrativas.
Não quero o desejo vão, o tesão fulgás, os abraços partidos.
Não quero os beijos burocráticos, quando se quer beijar outras bocas.
Não quero presentes, lembranças e todo o materialismo do capital.
Eu não quero comparações, não quero mesmo.
Eu quero o peito aberto, os poros livres, o coração batendo na mesma freqüência.
Eu quero sorrisos sinceros, dizeres mais ainda, a mão na tua mão. Com firmeza.
Eu quero confiança, quero carregar a cruz e a delícia dos perfeitos imperfeitos.
Eu quero todas as dificuldade para tentar transpô-las e ter satisfação no final.
Quero poder estar, de verdade, esquecer do mundo e apenar ficar feliz por estar.
Eu só quero a verdadeira vontade.
A Verdadeira Vontade
(Fabrício Salim)
Eu não quero.
Eu não quero palavras bonitas e sentimentos vazios.
Eu não quero juras, promessas, planos e sonhos, se algo irá derreter adiante.
Eu não quero olhares fixos, quando o pensamento voa longe.
Não quero mensagens meramente ilustrativas.
Não quero o desejo vão, o tesão fulgás, os abraços partidos.
Não quero os beijos burocráticos, quando se quer beijar outras bocas.
Não quero presentes, lembranças e todo o materialismo do capital.
Eu não quero comparações, não quero mesmo.
Eu quero o peito aberto, os poros livres, o coração batendo na mesma freqüência.
Eu quero sorrisos sinceros, dizeres mais ainda, a mão na tua mão. Com firmeza.
Eu quero confiança, quero carregar a cruz e a delícia dos perfeitos imperfeitos.
Eu quero todas as dificuldade para tentar transpô-las e ter satisfação no final.
Quero poder estar, de verdade, esquecer do mundo e apenar ficar feliz por estar.
Eu só quero a verdadeira vontade.
terça-feira, 8 de julho de 2008
AGANJÚ
"Redescobri" essa música "perdida" no meio da trilha sonora de Bubble. A indescritível, Aganjú. Nos mitos, Aganjú é às vezes tratado como uma divindade primordial, associado à terra (em oposição à água) e às montanhas e vulcões.
No Brasil, Aganjú, ou Xangô Aganjú é considerado uma "qualidade" de Xangô enquanto dono das leis e das escritas e padroeiro dos intelectuais, em contraste com Xangô Agodô (o Xangô mais velho, ou o Xangô propriamente dito), que é principalmente o Orixá da justiça e do equilíbrio.
Bebel Gilberto - Aganjú
(Carlinhos Brown)
"Te esperei na lua crescer
Ví cadeira boa sentei
Espirrei na tua gripei
Por ficar ao léo resfriei
VOCÊ ME AGRADOU ME ACERTOU
Me miseravou, me aqueceu
Me rasgou a roupa e valeu
E jurou conversas de deus
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Quem sabe a labuta quitar
Sabe o trabalho que dá
Batalhar o pão e trazer
Para a casa o sobreviver
Encontrei na rua a questão
Cem por cento a falta de chão
VOU REZAR PRÁ NUNCA PERDER
ESSA ESTRUTURA QUE É VOCÊ
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú..."
No Brasil, Aganjú, ou Xangô Aganjú é considerado uma "qualidade" de Xangô enquanto dono das leis e das escritas e padroeiro dos intelectuais, em contraste com Xangô Agodô (o Xangô mais velho, ou o Xangô propriamente dito), que é principalmente o Orixá da justiça e do equilíbrio.
Bebel Gilberto - Aganjú
(Carlinhos Brown)
"Te esperei na lua crescer
Ví cadeira boa sentei
Espirrei na tua gripei
Por ficar ao léo resfriei
VOCÊ ME AGRADOU ME ACERTOU
Me miseravou, me aqueceu
Me rasgou a roupa e valeu
E jurou conversas de deus
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Quem sabe a labuta quitar
Sabe o trabalho que dá
Batalhar o pão e trazer
Para a casa o sobreviver
Encontrei na rua a questão
Cem por cento a falta de chão
VOU REZAR PRÁ NUNCA PERDER
ESSA ESTRUTURA QUE É VOCÊ
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú
Aganjú..."
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